Apresentação

 

As atividades da Seção de Parasitologia - SAPAR - se confundem com a própria história do Instituto Evandro Chagas, já que as primeiras pesquisas da instituição, em 1936, foram feitas nesta área – Leishmaniose, Malária, Filariose e Enteroparasitoses.

 

Nos últimos quarenta anos estas pesquisas se ampliaram e atualmente abrangem outras enfermidades de origem parasitária como a Doença de Chagas, Malária, Esquistossomose, Toxoplasmose, Amebíase, Giardíase, Coccídeos/ Tripanosomatídeos, Filariose e Toxocaríase.

Área de Atuação
 

As pesquisas sobre malária, leishmanioses e doença de Chagas buscam elucidar aspectos relevantes sobre a complexa cadeia de transmissão, desde os agentes etiológicos aos vetores e demais hospedeiros. Técnicas de biologia molecular, bioquímica, imunologia, taxonomia e bioestatística são instrumentos para estudos epidemiológicos, entomológicos e ensaios experimentais, incluindo investigações sobre vacinas e princípios bioativos relevantes ao diagnóstico e controle dessas enfermidades.

 

Sobre toxoplasmose as investigações abrangem o campo da epidemiologia, tratamento e prevenção da doença humana, com especial referência às co-infecções e infecção congênita. Pesquisas sobre outros coccídios dão ênfase à taxonomia e biologia.

 

Nas parasitoses intestinais o SEPAR conta atualmente com o Laboratório de Parasitoses Intestinais e Malacologia onde se destacam investigações epidemiológicas sobre as helmintoses intestinais como geohelmintos, sistêmica como a esquistossomose e protozoses diagnosticadas como rotina ou sob forma de Projetos. Outros estudos sob a ótica da parasitologia médica procuram esclarecer diagnósticos de doenças emergentes paralelos a co-infecções com vírus e bactérias. Além destes, a epidemiologia da amebíase e variabilidade genética intra-específica do seu agente etiológico são também objeto de investigações que caracterizam importante linha de pesquisa.

 

Sobre outros helmintos que causam doença no homem, como as filarias e o Toxocara canis, investigam-se novas alternativas para o diagnóstico precoce e eficaz da infecção humana.

 

Pesquisas sobre esquistossomose investigam aspectos moleculares, epidemiológicos e diagnóstico parasitológico e sorológico relacionando a capacidade vetorial do caramujo na transmissão da doença em vários focos comprovadamente identificados. Também são realizados estudos epidemiológicos sobre diagnóstico parasitoscópico de fezes envolvendo o paciente e outros sobre o risco que representa a migração de populações vindas de áreas endêmicas.

Outros estudos como em biologia celular sobre hemócitos e hemolinfa do Biomphalaria glabrata, procuram identificar níveis de resistência desses vetores ao parasita Schistosoma mansoni. Recentemente vem sendo realizados estudos moleculares e de georeferenciamento para mapeamento e identificação das espécies vetoras do Schistosoma mansoni.

 

A SEPAR atende a surtos e epidemias de doenças parasitárias, esclarecendo a etiologia, transmissão e indicando medidas de controle com base em evidências científicas. Oferece apoio laboratorial à vigilância epidemiológica da Esquistossomose acolhe os Laboratórios de Referência Regional para Leishmaniose e Doença de Chagas; Laboratório de Referência Nacional para o Projeto Rede de Avaliação de Drogas Antimaláricas – RAVREDA e Laboratório de Referência Local para diagnóstico de Toxoplasmose, Leishmanioses e Esquistossomose.

Laboratório de Referência

 

Atualmente a SEPAR dispõe dos seguintes laboratórios: Malária Entomologia, Ensaios Clínicos em Malária, Leishmanioses (Imunologia e Entomologia), Doença de Chagas, Parasitoses Intestinais e Malacologia (Esquistossomose, Amebíase e Toxocaríase), Toxoplasmose, Coccídios.

Contato SAPAR

 
E-mail: aldovalente@iec.pa.gov.br
+55 91 3214-2243
Sebastião Aldo da Silva Valente
Chefe da Seção de Parasitologia

Instituto Evandro Chagas
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