04/09/2015:

Pesquisadores do IEC apresentam trabalhos no INFECTO 2015.
 
24/08/2015:

IEC recebe visita de comitiva da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército.
 
19/08/2015:

PIBIC divulga resultado para a vigência 2015-2016.
 
14/08/2015:

PPGV/IEC divulga homologação das inscrições na seleção de doutorado Edital 2015/2.
 
05/08/2015:

Estudo da vacina tríplice viral realizado pelo IEC tem balanço positivo.
 
04/08/2015:

PPGV/IEC promove segunda edição do Curso de Verão em Virologia.
 
28/07/2015:

Conheça os candidatos classificados no doutorado em Biologia Parasitária na Amazônia.
 
24/07/2015;

Laboratório da Seção de Parasitologia do IEC realiza curso em Malacologia em Santarém e faz levantamento malacológico em 8 municípios da região Oeste do Pará.
 
23/07/2015:

Instituto Evandro Chagas participa do 51º Congresso Brasileiro de Medicina Tropical.
 
22/07/2015:

PPGV/IEC promove defesa de dissertação do Mestrado em Virologia.
 
21/07/2015:

Conheça os candidatos classificados no mestrado em Biologia Parasitária na Amazônia.
 
17/07/2015:

Conheça os selecionados para participar do Curso de Verão em Virologia 2015.
 
17/07/2015:

PPGV/IEC divulga edital para doutorado em virologia 2015/2.
 
13/07/2015:

II Curso Teórico-Prático em Gastroenterites Virais capacita alunos de graduação.
 
10/07/2015:

Inscrições prorrogadas para a edição 2015 do Curso de Verão em Virologia.
 
07/07/2015:

Aguarde!.
 
01/07/2015:

Confira os selecionados para participar do II Curso de Gastroenterites Virais.
 
01/07/2015:

O Volume 6, Número 2 da Revista Pan-Amazônica de Saúde foi publicado e já está disponível para acesso.
 
29/06/2015:

Defesa de Dissertação de Mestrado PPGV/IEC.
 
26/06/2015:

Inscrições prorrogadas para a I Reunião Internacional para Fortalecimento da Rede de Vigilância Ambiental do Mercúrio na América Latina.
 
25/06/2015:

Inscrições para o Programa de Bolsas de Iniciação Científica são prorrogadas.
 
24/06/2015:

PPGV/IEC promove edição 2015 do Curso de Verão em Virologia. Inscreva-se!
 
22/06/2015:

IEC promove II Curso Teórico-Prático em Gastroenterites Virais.
 
22/06/2015:

IEC recebe visita de alunos do mestrado profissional da UEPA.
 
16/06/2015:

PPGV/IEC promove qualificação e defesa de Mestrado e Doutorado.
 
11/06/2015:

Inscrições abertas para a I Reunião Internacional para Fortalecimento da Rede de Vigilância Ambiental do Mercúrio na América Latina.
 
09/06/2015:

No Dia Internacional dos Arquivos, o Arquivo do IEC lança o site do Serviço.
 
09/06/2015:

PPGV/IEC divulga resultado final da seleção para o doutorado 2015/1 e orienta os aprovados.
 
08/06/2015:

Mestrado e Doutorado em Biologia Parasitária na Amazônia têm inscrições prorrogadas.
 
12/12/2014:

IEC divulga Resultado Final do Mestrado em Virologia.
 
21/11/2014:

Evento marca 78 anos do IEC e posse de novo diretor.
 
18/11/2014:

Evento marca 78 anos do IEC e posse de novo diretor.
 
04/11/2014:

Instituto Evandro Chagas recebe alunos da FIBRA.
 
21/10/2014:

Belém sedia discussões internacionais sobre Dengue, Arboviroses e Febres Hemorrágicas Virais.
 
22/10/2014:

Evento Internacional em Belém Debate a Dengue no Brasil.
 
16/10/2014:

Instituto Evandro Chagas analisa material colhido em africano que está no Brasil, com suspeita da doença.
 
16/10/2014:

Laudo do Instituto Evandro Chagas dá negativo para suspeita de ebola.
 
16/10/2014:

Quadro de saúde do cidadão de Guiné internado no Brasil será revelado na segunda-feira.
 
16/10/2014:

O caso Dah Souleymane: O monitoramento de pessoas e o paciente suspeito de contrair ebola.
 
15/10/2014:

IEC promove Curso de Epidemiologia e Saúde Ambiental.
 
14/10/2014:

Dr. Pedro Vasconcelos faz coletiva sobre o vírus Ebola, no IEC.
 
13/10/2014:

IEC divulga resultado final do Processo Seletivo do Curso Técnico de Laboratório 2014/2015.
 
07/10/2014:

PPGV/IEC lança edital de seleção para mestrado em Virologia 2015.
 
07/10/2014:

Instituto Evandro Chagas conclui análise de exames de crianças Assurini.
 
01/10/2014:

PPGV/IEC faz seleção para últimas vagas do doutorado.
 
26/09/2014:

Instituto Evandro Chagas promove coletiva sobre o Chikungunya.
 
16/09/2014:

IEC lança selo comemorativo “Rumo aos 80 anos”.
 
16/09/2014:

Relação de ouvintes selecionados da II Jornada de Pós-Graduação do IEC.
 
08/09/2014:

Centro de Inovações Tecnológicas do IEC estuda resistência de Bactéria a Antibiótico.
 
04/09/2014:

PIBIC/IEC promove seu XIX Seminário Interno.
 
04/09/2014:

I Curso de Verão em Virologia do IEC cumpre sua missão.
 
01/09/2014:

IEC promove o encerramento do III Curso Internacional de Análise de Mercúrio.
 
02/09/2014:

IEC promove programação do Dia Internacional de Segurança da Informática.
 
01/09/2014:

Pós-graduação em Virologia promove primeira defesa de dissertação.
 
29/08/2014:

PIBIC do IEC promove seu 19º Seminário.
 
26/08/2014:

Pioneirismo do IEC em sequenciamento de DNA de Cianobactéria na Amazônia Consolida Investimento em Alta Tecnologia.
 
22/08/2014:

IEC participa de Campanha de Doação de Sangue.
 
14/08/2014:

IInstituto Evandro Chagas Esclarece Fatos sobre o Ebola.
 
14/08/2014:

Instituto Evandro Chagas participa do XVII Congresso Médico Amazônico.
 
09/07/2014:

Rede Paraense de Malária, coordenada pelo IEC, implementa última fase dos trabalhos.
 
07/07/2014:

Biblioteca Virtual em Saúde do IEC já tem página no Facebook.
 
04/07/2014:

Já está no ar a nova edição da Revista Pan-Amazônica de Saúde.
 
21/05/2014:

Universitários visitam o Instituto Evandro Chagas.
 
12/05/2014:

Museu do Instituto Evandro Chagas promove oficina sobre coleções na 12ª Semana Nacional de Museus.
 
23/04/2014:

IEC recebe visita do Diretor da Fapac.
 
17/04/2014:

IEC capacita novos servidores na gestão documental.
 
15/04/2014:

Simpósio Internacional de Mercúrio tem balanço positivo.
 
14/04/2014:

Pesquisador do IEC ganha novo mandato no grupo de especialistas do Regulamento Sanitário Internacional.
 
25/03/2014:

Coordenadora do Instituto do HPV em São Paulo dá aula no PPGV.
 
18/03/2014:

Alunos do PIBIC participam de Curso de Metodologia.
 
17/03/2014:

Revista Pan-Amazônica de Saúde tem nova Editora Científica.
 
10/01/2014:

Mestrado em Virologia divulga período e procedimentos para matrícula 2014.
 
23/12/2013:

Resultado Final Seleção do Curso de Mestrado em Virologia.
 
19/12/2013:

Pesquisadora do Instituto Evandro Chagas recebe título de Doutora Honoris Causa.
 
11/12/2013:

PPGV divulga local da prova de seleção do Mestrado 2014.
 
29/11/2013:

PPGV promove primeira qualificação do Mestrado em Virologia.
 
26/11/2013:

PPGV homologa inscrições para o Mestrado 2014.
 
14/11/2013:

Diretora do IEC é entrevistada em programa de TV.
 
21/10/2013:

Equipe do IEC participa da 13ª Expoepi.
 
06/11/2013:

Conselho Técnico & Científico do IEC discute o registro de patentes em órgãos públicos.
 
29/10/2013:

Abertas as inscrições para o mestrado em Virologia do IEC.
 
23/10/2013:

Instituto Evandro Chagas participa da VI Feira Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação
 
22/10/2013:

IEC recebe visita de médicas cubanas.
 
02/10/2013:

Inscrições para Mestrado em Biologia Parasitária iniciam no dia 7 de outubro.

=> CHIKUNGUNYA
 
=> DENGUE
 
=> DOENÇA DE CHAGAS
 
=> EBOLA
 
=> FEBRE AMARELA
 
=> FEBRE DO NILO
 
=> HANTAVÍRUS
 
=> INFLUENZA A (H1N1)
 
=> MALÁRIA
 
=> RAIVA

DEFINIÇÃO:

A Febre do Chikungunya é uma doença causada por um vírus de mesmo nome, que infecta seres humanos pela picada da fêmea dos mosquitos do gênero Aedes, principalmente o Aedes aegypti (o mesmo transmissor da dengue) e o Aedes albopictus. O nome Chikungunya vem de uma língua africana e significa “aqueles que se dobram”, uma referência ao aspecto dos pacientes em função das dores nas articulações causadas pela doença.

DEFINIÇÃO:

Transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, a dengue é uma doença viral que se espalha rapidamente no mundo. Nos últimos 50 anos, a incidência aumentou 30 vezes, com ampliação da expansão geográfica para novos países e, na presente década, para pequenas cidades e áreas rurais. É estimado que 50 milhões de infecções por dengue ocorram anualmente e que aproximadamente 2,5 bilhões de pessoas morem em países onde a dengue é endêmica.

 

Na região das Américas, a doença tem se disseminado com surtos cíclicos ocorrendo a cada 3/5 anos. No Brasil, a transmissão vem ocorrendo de forma continuada desde 1986, intercalando-se com a ocorrência de epidemias, geralmente associadas com a introdução de novos sorotipos em áreas anteriormente indenes ou alteração do sorotipo predominante. O maior surto no Brasil ocorreu em 2013, com aproximadamente 2 milhões de casos notificados. Atualmente, circulam no país os quatro sorotipos da doença.

DEFINIÇÃO:

É uma doença infecciosa e parasitária, que existe somente no continente americano. É causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida ao homem por insetos do gênero triatomíneo, conhecidos pela população rural no Brasil como “barbeiros”. Foi descoberta por Carlos Chagas, médico e pesquisador do Instituto Oswaldo Cruz, em 1909, na cidade de Lassance, localizada na região norte de Minas Gerais.

 
Sintomas:

Na fase aguda da infecção, os principais sintomas podem ser: febre, aparecimento de gânglios, crescimento do baço e fígado, alterações elétricas do coração e ou inflamação das meninges nos casos graves, que duram em média de 3 a 8 semanas. Se o contato com o barbeiro for na região próxima ao olho, ocorre inchaço neste local (conhecido como "sinal de Romaña"). Se o barbeiro tiver picado a pessoa no braço ou nas pernas, forma-se um furúnculo, chamado de "chagoma de inoculação". Estes sinais constituem as chamadas "portas de entrada" aparentes da infecção.

 

Na fase crônica, a maioria (cerca de 70%) dos portadores da doença permanece durante longo tempo, em torno de duas a três décadas, sem apresentar nenhum sintoma, ou seja, sem nenhuma alteração de seu quadro clínico. Esta é a chamada forma assintomática ou indeterminada da doença.
Quando surgem os sintomas da fase crônica, eles estão relacionados a distúrbios no coração (forma cardíaca) e/ou no esôfago e intestino (forma digestiva). Nestes casos, a evolução da doença vai depender do grau de acometimento de tais órgãos e do recurso à assistência médica.

 

Quando o coração é atingido, o comprometimento pode se dar na parte elétrica e as queixas mais freqüentes são as palpitações (sensação de batida do coração fora do ritmo normal), as taquicardias (aceleração das batidas sem causa aparente), sensação de desmaio ou até desmaio propriamente dito (síncope). No comprometimento do músculo cardíaco, ocorrem sintomas como a falta de ar devido a médios e pequenos esforços físicos, tosse freqüente e inchação nas pernas e na barriga.

 

Nos casos de agressão cardíaca, a miocardiopatia dilatada é um fator de mal prognóstico, ou seja, indica prováveis complicações na evolução da doença, em especial quando há severa disfunção da capacidade de bombear sangue ou quando ocorrem arritmias graves, que podem levar à morte súbita.

 

A forma cardíaca é a principal causadora de limitações ao doente chagásico, pela incapacitação ao trabalho, e a principal responsável por casos fatais da doença.

 

A forma digestiva da doença é caracterizada pela dilatação do esôfago e/ou do intestino (respectivamente, mega-esôfago e megacólon), a qual tende a aumentar progressivamente ao longo dos anos.

 

Quando o órgão comprometido é o esôfago, a principal queixa é a dificuldade de engolir alimentos, especialmente sólidos, além da regurgitação após refeições. No caso do intestino, o indivíduo fica sem evacuar por longos períodos, responde muito pouco ao tratamento com dieta laxativa e necessita freqüentemente de lavagens por via retal.

 

É importante destacar que, apesar dos casos em que ocorrem alterações cardíacas e digestivas, a maioria dos indivíduos infectados com a doença de Chagas encontra-se na forma assintomática, ou seja, na condição de mero portador, sem repercussões importantes em seu ambiente familiar e de trabalho, mantendo-se nesta condição ao longo de toda a sua vida.

 
Transmissão:

A forma de transmissão mais conhecida é pela picada do inseto “barbeiro” contaminado pelo protozoário. Este inseto tem por hábito defecar após sugar o sangue das pessoas, o que ocorre habitualmente no período noturno, enquanto o indivíduo dorme o inseto infectado com o Trypanossoma cruzi, este parasito é eliminado em suas fezes e, pelo contato com o local da picada (que se dá geralmente no rosto, daí o nome de “barbeiro”), ao coçar, penetra na corrente sangüínea da pessoa. Existem outros meios de se transmitir a doença, são eles: a transmissão congênita, ou seja, da mãe chagásica para o filho durante a gravidez, aleitamento materno, transfusão de sangue, mediante a recepção de órgãos transplantados de indivíduos infectados, a contaminação em acidentes de laboratório, mais freqüente pela manipulação de material contaminado e a contaminação por ingestão de alimentos que contenham fezes de barbeiros infectados.

 
Prevenção:

Não há vacina e nem remédio para prevenir a doença. Várias tentativas foram feitas ao longo da década de 1980, porém nenhuns dos antígenos utilizados se mostraram adequados para tal propósito. O parasito apresenta vários mecanismos de escape que inviabilizam a ação da vacina.

 

Está sendo desenvolvida na França, por uma equipe do Instituto Pasteur, liderada pela brasileira Paola Minoprio, uma vacina experimental para combater a Doença de Chagas e também todas essas infecções parasitárias, mas nada confirmado quanto a sua eficácia. Ela permite que o organismo infectado pelo protozoário causador da moléstia produza anticorpos específicos contra ela. Normalmente, esse parasita dribla as defesas do organismo e induz a produção de anticorpos incapazes de neutralizar os agentes agressores

 

A partir de experimentos com camundongos, a equipe conseguiu identificar o gene do protozoário que codifica uma proteína com propriedades mitogênicas (TcPA45). A partir daí, desenvolveram um modelo experimental de vacinação intramuscular com DNA contendo o gene.

 

Paola Minoprio afirma que, injetando pequenas doses dessa proteína no organismo, estimula os linfócitos B a produzir anticorpos específicos. Assim, uma resposta neutralizadora estará presente quando os parasitas entrarem em contato com o hospedeiro. Testes demonstraram que a vacina induziu uma diminuição de 85% dos níveis de parasitas circulantes após infecção

 

A produção de mitógenos para confundir as respostas do sistema imune do hospedeiro é uma estratégia utilizada pela maioria das bactérias, fungos e vírus. A equipe de Paola Minoprio está trabalhando agora no isolamento dos genes de outros parasitas.

 

Já se tem os mitógenos isolados do parasita da malária, da candidíase e do vírus da peste porcina.

 
Diagnóstico:

Existem dois tipos de métodos para o diagnóstico laboratorial da doença: os sorológicos e os parasitológicos.

 

Os métodos sorológicos são aqueles que buscam identificar, no sangue do indivíduo, a presença de anticorpos produzidos pelo organismo contra o Trypanosoma cruzi, evidenciando desta forma a contaminação pelo parasito. As técnicas atualmente mais utilizadas são a ELISA e a Imunofluorescência Indireta. Antigamente, se realizava a Reação de Fixação de Complemento, conhecida como reação de Machado e Guerreiro (nomes dos pesquisadores que a desenvolveram), mas esta técnica foi abolida há alguns anos.

 

As pessoas que estiverem com suspeita da doença devem procurar um Posto de Saúde da sua cidade para receber orientações de como fazer a pesquisa da doença.

 

Em Belém, dirigir-se ao Instituto Evandro Chagas para receber o tratamento específico ou entrar em contato pelo fone: (91) 3214-2106 / (91) 3214-2150. A doença é curável na maioria dos casos e o tratamento é gratuito.

 
FONTES:

BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Doenças Infecciosas e Parasitárias: guia de bolso. 4. ed. Brasília, 2004. 332 p. (B. Textos Básicos de Saúde).

 
BRASIL. Ministério da Saúde. Tópicos de Saúde - D: doença de Chagas. Disponível em: http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=21951. Acesso em: 31 Janeiro 2007.
 
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Instituto Evandro Chagas. Boletim Informativo sobre vigilância epidemiológica da Doença de Chagas. Disponível em:
http://iah.iec.pa.gov.br/iah/fulltext/siteiec/dchagas/files/opasaldoabr2006.pdf. Acesso em: 30 Agosto 2007.

 
Biblioteca Virtual Carlos Chagas
http://www4.prossiga.br/Chagas/doenca/index-sub.html. Acesso em: 11 Setembro 2007.
 
FARMACIA.COM.PT
http://www.farmacia.com.pt/index.php?name=News&file=article&sid=4097. Acesso em: 12 Setembro 2007.
 
Folha UOL
http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u321061.shtml. Acesso em: 30 Agosto 2007.
 
Ciência Hoje/RJ
http://cienciahoje.uol.com.br/2936. Acesso em: 31 Agosto 2007.
 
Agência Pará
http://www.pa.gov.br/noticias2007/08_2007/24_01.asp. Acesso em: 12 Setembro 2007.

DEFINIÇÃO:

O Ebola é um vírus pertencente à família Filoviridae, que infecta os seres humanos e causa uma grave doença, com taxa de mortalidade de até 90%. Além de pessoas, a doença afeta macacos, gorilas e chimpanzés. O vírus também é encontrado em morcegos que se alimentam de frutas (família Pteropodidae), e, como a doença do Ebola ainda não foi identificada nesses animais, acredita-se que eles sejam os hospedeiros desse vírus.

DEFINIÇÃO:

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda de gravidade variável. É transmitida por mosquitos contaminados pelo vírus amarílico, um arbovírus do gênero flavivirus, da família Flaviviridae. Ocorre na América Central, na América do Sul e na África. Possui dois ciclos epidemiológicos distintos, podendo ocorrer em áreas silvestres e urbanas.

 
Sintomas:

A doença caracteriza-se por febre alta, cefaléia (dor de cabeça), calafrio, náuseas, vômitos, dor lombar, dores musculares e prostração. Nos quadros graves ocorre insuficiência dos rins e do fígado, icterícia, manifestações hemorrágicas (bucais e cutâneas, sangramentos em locais de punção venosa), entre outros quadros.

 
Transmissão:

A febre amarela ocorre nas Américas do Sul e Central, além de em alguns países da África e é transmitida por mosquitos em áreas urbanas ou silvestres. Sua manifestação é idêntica em ambos os casos de transmissão, pois o vírus e a evolução clínica são os mesmos — a diferença está apenas nos transmissores. No ciclo silvestre, em áreas florestais, o vetor da febre amarela é principalmente o mosquito Haemagogus. Já no meio urbano, a transmissão se dá através do mosquito Aedes aegypti (o mesmo da dengue). A infecção acontece quando uma pessoa que nunca tenha contraído a febre amarela ou tomado a vacina contra ela circula em áreas florestais e é picada por um mosquito infectado. Ao contrair a doença, a pessoa pode se tornar fonte de infecção para o Aedes aegypti no meio urbano. Além do homem, a infecção pelo vírus também pode acometer outros vertebrados. Os macacos podem desenvolver a febre amarela silvestre de forma inaparente, mas ter a quantidade de vírus suficiente para infectar mosquitos. Uma pessoa não transmite a doença diretamente para outra

 
Prevenção:

Como a transmissão urbana da febre amarela só é possível através da picada de mosquitos Aedes aegypti, a prevenção da doença deve ser feita evitando sua disseminação. Os mosquitos criam-se na água e proliferam-se dentro dos domicílios e suas adjacências. Qualquer recipiente como caixas d'água, latas e pneus contendo água limpa são ambientes ideais para que a fêmea do mosquito ponha seus ovos, de onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se na água, se tornarão novos mosquitos. Portanto, deve-se evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Para eliminar o mosquito adulto, em caso de epidemia de dengue ou febre amarela, deve-se fazer a aplicação de inseticida através do "fumacê”. Além disso, devem ser tomadas medidas de proteção individual, como a vacinação contra a febre amarela, especialmente para aqueles que moram ou vão viajar para áreas com indícios da doença. Outras medidas preventivas são o uso de repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

 
Diagnóstico:
Diagnóstico diferencial:

O diagnóstico das formas leve e moderada é difícil, pois pode ser confundido com outras doenças infecciosas do sistema respiratório, digestivo ou urinário. Formas graves com quadro clínico clássico ou fulminante devem ser diferenciadas de malária, leptospirose, febre maculosa, febre hemorrágica do dengue e dos casos fulminantes de hepatite.

 
Diagnóstico laboratorial:

O diagnóstico pode realizado por isolamento do vírus amarílico e detecção de antígeno em amostras de sangue ou tecido e por sorologia. Também podem ser realizados exames de histopatologia em tecidos pos morten

 
Fonte: Ministério da Saúde
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/febreamarela/profissionais.php
 
Fiocruz
http://www.bio.fiocruz.br/index.php/febre-amarela-sintomas-transmissao-e-prevencao

DEFINIÇÃO:

A Febre do Nilo Ocidental é uma Infecção viral que pode transcorrer de forma subclínica ou com sintomatologia de distintos graus de gravidade, variando desde febre e mialgia até encefalite grave. As formas graves ocorrem com maior frequência em idosos.

DEFINIÇÃO:

Doença infecciosa grave causada por vários tipos de vírus, existindo mais de vinte tipos pelo mundo. Nas Américas, até o momento só foi diagnosticada a SPH.

 
Sintomas:

Na Síndrome Pulmonar pode haver febre, dor de barriga, dores pelo corpo, dor de cabeça e vômitos inicialmente. Segue-se tosse com catarro, falta de ar, pressão alta e edema pulmonar, levando a insuficiência respiratória aguda. O número de mortes é bem grande devido a gravidade dos órgãos atingidos.

 
Transmissão:

A transmissão se dá através de água e comida contaminada,
- por via respiratória, através do pó das fezes, urina e saliva dos roedores, principalmente ratos,
- lesões de pele,
- por mordidas de ratos e acidentalmente pela manipulação de animais em laboratório.

Existe uma pequena possibilidade de contágio entre pessoas. O período que leva para desenvolver a doença é de cinco a 42 dias. Nos roedores a infecção não leva à morte, o que pode mantê-lo como reservatório durante toda a vida.

 
Prevenção:

Como não existe tratamento direto contra esse vírus, a prevenção é fundamental nessa doença, através:
. do controle de roedores:eliminar tudo que possa servir de ninhos ou tocas de ratos, evitar entulhos, armazenar produtos agrícolas longe das residências e em galpões elevados acima do solo, fazer coleta do lixo adequada;
 
. limpeza de ambientes contaminados: usar desinfetantes como hipoclorito de sódio; em ambientes fechados, fazer ventilação dos locais antes de entrar, usar proteção respiratória (máscara). A limpeza do piso e móveis deve ser feita com pano úmido para não levantar poeira. Alimentos devem ser enterrados em sacos plásticos molhados com detergentes.
- só mexer em bichos mortos e alimentos com luvas de borracha.
- o treinamento dos trabalhadores é importante para evitar contato com o vírus

 
Diagnóstico:

A suspeita de contato com urina e fezes de ratos e outros roedores, associada aos sintomas clínicos e local de trabalho do paciente indica a doença. O diagnóstico de certeza é feito por exames de sangue e em alguns casos com biópsia, isto é, retirada de pequenos pedaços de tecido humano do local afetado para exame de laboratório.

 
Referência para esclarecimento no Instituto Evandro Chagas:

SAARB - Seção de Arbovirologia e Febres Hemorrágicas
Laboratório de Referência Nacional para Febre Amarela
End.: Rodovia BR-316 km 7 s/n - Levilândia - 67030-000 - Ananindeua / Pará / Brasil
Tel. Secretaria: +55 (91) 3214- 2288
Fax: +55 (91) 3214-2299
E-mail: saarb@iec.pa.gov.br

DEFINIÇÃO:

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio da tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

 
Sintomas:

Febre acima de 38ºC, tosse, dispnéia (dificuldade respiratória), acompanhada ou não de dor de garganta ou manifestações gastrointestinais.

 
Transmissão:

O vírus é transmitido de pessoa a pessoa, principalmente por meio da tosse ou do espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas. No entanto, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de transmissão não é pelo ar, mas sim pelo contato com superfícies contaminadas.

 
Prevenção:

Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

 
Prevenção:

Alguns cuidados básicos de higiene podem ser tomados, como: lavar bem as mãos frequentemente com água e sabão, evitar tocar os olhos, boca e nariz após contato com superfícies, não compartilhar objetos de uso pessoal e cobrir a boca e o nariz com lenço descartável ao tossir ou espirrar.

 
Diagnóstico:

O Instituto Evandro Chagas (IEC) é credenciado pelo Ministério da Saúde como laboratório de referência para o diagnóstico da gripe. Existem outros 3 laboratórios no Brasil, que são o Instituto Adolfo Lutz (São Paulo) e FIOCRUZ (Rio de Janeiro). Neste contexto, as 3 Instituições realizam o diagnóstico da influenza A e B. O IEC tem sob sua responsabilidade o diagnóstico de casos provenientes dos Estados do norte e nordeste do Brasil.

 
Fonte: Ministério da Saúde

Referência para esclarecimento no Instituto Evandro Chagas:
SAVIR - Seção de Virologia
Laboratório de Referência Nacional para Febre Amarela
Laboratório de Referência Regional em Influenza
End.: Rodovia BR-316 km 7 s/n - Levilândia - 67030-000 - Ananindeua / Pará / Brasil
Tel. Secretaria: +55 (91) 3214- 2006
Fax: +55 (91) 3214-2005
E-mail: secvirologia@iec.pa.gov.br

DEFINIÇÃO:

A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles. Apresenta cura se for tratada em tempo oportuno e adequadamente.

 

A maioria dos casos de malária se concentra na região Amazônica (Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), área endêmica para a doença. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade mais elevada que na região endêmica.

 

O seu tratamento é simples, eficaz e gratuito. A Malária pode evoluir para forma grave e até para óbito!

 
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/malaria

DEFINIÇÃO:

A raiva é uma zoonose viral, que se caracteriza como uma encefalite progressiva aguda e letal. Todos os mamíferos são suscetíveis ao vírus da raiva e, portanto, podem transmiti-la. A doença apresenta dois principais ciclos de transmissão: urbano e silvestre, sendo o urbano passível de eliminação, por se dispor de medidas eficientes de prevenção, tanto em relação ao ser humano, quanto à fonte de infecção.

 
Ministério da Saúde:
http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/secretarias/svs/raiva

Instituto Evandro Chagas
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