Instituto Evandro Chagas coordena Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal no Pará

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    Instituto Evandro Chagas coordena Inquérito Nacional de Cobertura Vacinal no Pará

     Pesquisa será realizada em 19 estados e o distrito federal e o IEC coordenará os trabalhos no Estado do Pará

     

    Com a queda da cobertura vacinal observada em vários países, incluindo o Brasil, o Programa Nacional de Imunização (PNI), ligado ao Ministério da Saúde, propôs um inquérito nacional com objetivo de Estimar a cobertura vacinal em crianças nascidas em 2017 e 2018 e que residam nas áreas urbanas de 19 capitais e em Brasília. No Pará a coordenação é do Instituto Evandro Chagas, pela equipe chefiada pela pesquisadora Dra. Consuelo de Oliveira e as atividades de campo (visitas domiciliares) serão executadas pela empresa SCIENCE. As atividades iniciaram-se em dezembro com uma parada durante as festas de final de ano e retornaram no dia 04 de janeiro.

     

    Na capital paraense, além do IEC o inquérito está sendo desenvolvido em parceria com a Universidade do Estado do Para (UEPA), da Coordenação Municipal de Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SESMA) e apoio da Coordenação Estadual de imunizações da Secretaria de Saúde Pública do Pará (SESPA).

     

    A pesquisadora explica a importância dessa investigação, especialmente após um ano que a cobertura vacinal chegou a 50%, devido à pandemia da COVID-19: “Como a nossa logística da aplicação da vacina é distinta, precisamos conhecer se os motivos da queda são iguais ou diferentes aos observados nos diferentes países. A estimativa real da cobertura na coorte de nascidos vivos em 2017, 12 anos após o último inquérito nacional realizado em 2007 que também coordenei é fundamental para se avaliar o PNI  e identificar suas barreiras e facilitadores de sua implementação proporcionando subsídios para proposição de estratégias para melhorar o seu desempenho.” Ressaltou a Dra. Consuelo de Oliveira. 

     

    Entre as coberturas vacinais que serão investigadas estão presente à BCG, hepatite B, Poliomielite, Pentavalente, rotavirus humano, febre amarela, meningococo conjugada C, pneumococo conjugado 10 valente, influenza, Hepatite A, tríplice viral, varicela e reforço para DPT e Poliomielite. Todas elas fazem parte do PNI, e com o inquérito será possível “obter os dados reais da cobertura vacinal estimada pelos inquéritos quando comparado aos dados administrativos obtidos pelo sistema de informação do Programa Nacional de Imunização e os principais fatores de  interferência das condições de vida na cobertura vacinal”, esclarece a pesquisadora. 

     

    A participação da população: Para que o trabalho atinja aos objetivos propostos a metodologia que será empregada no inquérito contará com entrevistas domiciliares e com registros fotográficos da carteira de vacinação da criança nascida em 2017. De acordo com a Dra. Consuelo de Oliveira “Nessa etapa é imprescindível que a população conheça a  pesquisa e o responsável pela criança receba o entrevistador devidamente identificado para responder a um breve questionário e permita o acesso a carteira de vacinação, contribuindo para a consolidação de dados da real situação vacinal da criança brasileira”.

     

    Com esses dados em mãos a pesquisadora conta que será possível o Ministério da Saúde, por meio do PNI desenvolver políticas públicas cada vez mais eficazes para a vacinação. “Com os resultados obtidos em âmbito nacional da estimativa de cobertura vacinal do esquema completo do calendário de vacinação do PNI espera-se esclarecer se a queda da cobertura vacinal observada desde 2017 corresponde na mesma magnitude registrada pelos dados oficiais e que possam orientar as pesquisas qualitativas sob coordenação do Governo Federal  para melhorar a execução do PNI no enfrentamento das atitudes de hesitação ou recusa de vacinação e assim definir as estratégias que possam promover a melhoria da cobertura vacinal no país, com a participação efetiva de estados e municípios.”

     

    Expertise em estudos relacionados às vacinas: O IEC desde a década de 1990 vem se destacando nos estudos clínicos com vacinas. Um dos estaques são os estudos pioneiros com as candidatas a vacina contra Rotavirus, únicos no Brasil e que foram decisivos para sua inclusão no calendário básico de vacina do Brasil em 2006. Recentemente a instituição em  parceria com Biomanguinhos (FIOCRUZ) desenvolveu estudos de fase III da vacina TETRAVIRAL (contra sarampo, rubéola, caxumba e varicela).

     

     

     

     

     

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