Sobre o Programa

O Curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde tem como área de concentração a Epidemiologia de campo com base laboratorial e desenvolverá as linhas de pesquisa de Epidemiologia laboratorial e desenvolvimento tecnológico e de Eco Epidemiologia

O presente Curso tem como objetivo promover o aprofundamento do conhecimento técnico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior e a pós-graduação lato sensu, bem como o desenvolvimento de habilidades para executar pesquisas em áreas específicas.

O Curso desenvolver-se-á em regime de tempo integral, com duração máxima de 24 meses.

Público alvo

O Curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde destina-se a graduados, recém-graduados, docentes, pesquisadores e profissionais da área de Saúde (Resolução CNS nº 218, de 06 de março de 1997) e de áreas afins (de Pedagogia, de Geografia (bacharelado), de Licenciaturas, de Administração/Gestão Hospitalar), interessados em responder às demandas no campo da Saúde Coletiva, considerando os contextos epidemiológicos, sociais, ambientais e educacionais.

Descrição do Programa

No percurso do mestrando no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde, serão priorizadas as atividades e as disciplinas que favoreçam a sua formação como pesquisador e a fundamentação de sua pesquisa. Para isso será exigida sua participação no grupo de pesquisa de seu orientador, a produção intelectual relacionada à sua pesquisa, bem como a discussão do encaminhamento de seu estudo junto aos demais estudantes e pesquisadores vinculados ao seu grupo de pesquisa.
O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde - CPPEVES terá a seguinte constituição: a) Coordenador do Programa, seu presidente; b) Vice- Coordenador do Programa, presidente substituto; c) Três (3) docentes permanentes de cada linha de pesquisa d) Dois (2) representantes discentes.

Apresentação

O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde do Instituto Evandro Chagas (PPGEVS) – IEC/SVS/PA caracteriza-se por oferecer aos seus alunos um sólido embasamento para a formação de pesquisadores e docentes, acrescido da perspectiva de capacitação de equipes para coordenação dos serviços de saúde, no que diz respeito à tomada de decisões em saúde pública, com base na melhor evidência científica disponível.
A qualificação stricto sensu desenvolvida pelo Programa destina-se a docentes, pesquisadores e profissionais da área de Saúde e de áreas afins, capaz de responder às demandas no campo da Saúde Coletiva, considerando os contextos epidemiológicos, sociais, ambientais e educacionais, com enfoque no cenário regional, sem perder de vista a dimensão nacional e internacional.

Este Programa propõe-se a cumprir as seguintes finalidades:
- Qualificar e habilitar profissionais para atuarem em instituições de ensino superior, instituições de pesquisa, laboratórios clínicos, clínicas médicas, entre outros.
- Consolidar grupos de pesquisa em Epidemiologia e Vigilância em Saúde na Região Norte.
- Fortalecer os métodos de investigação voltados para o conhecimento dos processos epidemiológicos de saúde/adoecimento que afetam a população da Amazônia.
- Preparar profissionais para atender à demanda do mercado de trabalho na área de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, numa perspectiva interdisciplinar.
- Facilitar o intercâmbio entre universidades e entidades de pesquisa da Amazônia, do Brasil e de outros países, mediante o compartilhamento de laboratórios e ampliação da competência instalada.
- Aumentar a integração da Instituição com a sociedade a partir de estudos, pesquisas, seminários interdisciplinares e de ações concretas em resposta aos problemas no campo da vigilância epidemiológica para a saúde pública.

Na organização dos cursos de pós-graduação em epidemiologia e vigilância em saúde, serão observados os seguintes princípios:
a) qualidade das atividades de ensino, pesquisa científica e desenvolvimento tecnológico;
b) busca de atualização contínua nas áreas do conhecimento;
c) flexibilidade curricular que atenda à diversidade de tendências e às áreas do conhecimento;
d) intercâmbio e cooperação com os demais programas de pós-graduação do Instituto Evandro Chagas e demais instituições nacionais e internacionais.

Pesquisa, Redes, Projetos e Financiamento

O IEC conta com a parceria de diversos órgãos, universidades, secretarias entre outros. Tanto no âmbito regional quanto no nacional e internacional. A seguir, estão relacionados os principais parceiros, divididos conforme o âmbito de atuação:

a) Regionais:
• Centro Universitário do Estado do Pará
• Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira
• Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais
• Embrapa - Amazônia Oriental
• Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará
• Fundação Universidade do Amazonas
• Fundação Alfredo da Matta
• Fundação de Medicina Tropical do Tocantins
• Fundação de Medicina Tropical do Amazonas
• Hospital Universitário João de Barros Barreto
• Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia
• Instituto de Pesquisas em Patologias Tropicais de Rondônia
• Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Amapá
• Laboratório Central de Saúde Pública do Amapá
• Museu Paraense Emílio Goeldi
• Secretaria Executiva de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente do Governo do Pará
• Secretaria de Estado de Saúde Pública do Acre
• Secretaria de Estado da Saúde Pública do Amapá
• Secretaria de Estado da Saúde Pública do Pará
• Secretaria de Estado da Saúde Pública de Roraima
• Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Belém
• Secretaria de Saúde Pública de Belém
• Universidade Federal do Maranhão
• Universidade do Estado do Pará
• Universidade Federal Rural da Amazônia
• Universidade Federal do Pará
• Universidade Federal de Rondônia
• Universidade Federal de Roraima
• Universidade Federal do Acre
 
b) Nacionais
• Fundação Oswaldo Cruz
• Fundação Ezequiel Dias
• GlaxoSmithKline do Brasil
• Instituto Adolfo Lutz
• Instituto Pasteur
• Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo
• Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
• Instituto Ludwig de Pesquisa sobre o Câncer
• Universidade de São Paulo
• Universidade de Brasília
• Universidade Federal da Bahia
• Universidade Federal de Minas Gerais
• Universidade Federal de Santa Catarina
• Universidade Federal do Rio de Janeiro
• Universidade Federal de Mato Grosso
 
c) Internacionais
• Centers for Disease Control and Prevention – EUA
• GlaxoSmithKline, Rixensart – Bélgica
• Instituto Malbrán – Argentina
• Institut de Recherche pour le Développement – França
• Instituto de Higiene e Medicina Tropical – Portugal
• London School of Hygiene & Tropical Medicine – Inglaterra
• Natural History Museum - Londres – Inglaterra
• Organização Mundial de Saúde
• Organização Pan-Americana de Saúde
• Royal Tropical Institute (KIT) - Amsterdã – Holanda
• University of Maryland – EUA
• University of Florida – EUA
• University of Texas Medical Branch – EUA
• The University of Vermont – EUA
• University of Warwick - Reino Unido
• Wadsworth Center - New York – EUA
• União Europeia.
 

O IEC vem desenvolvendo, em parceria com a empresa Life-Tecnologies do Brasil/EUA, um kit multiplex para detecção e diferenciação das infecções causadas pelos vírus Dengue. O kit encontra-se em avaliação, e, conforme os resultados obtidos, será proposto o uso do mesmo na Rede Nacional de Laboratórios de Dengue. Também estabeleceu parceria com a NanoCeres, EUA para aperfeiçoar uma nanopartícula não metálica com aplicação na detecção de patógenos virais e outros micro-organismos.

O Instituto Evandro Chagas, em parceria com a Universidade do Texas, em Galveston, já começou os estudos para sequenciar o Zika vírus. Os testes já foram iniciados em camundongos nos Estados Unidos e, em breve, devem ser feitos em macacos em Belém. Em humanos, os testes serão feitos em três fases, primeiro com pessoas saudáveis, em seguida com a população de risco e, por último, com o público em geral.

 
Tendências/Planejamento Futuro

Inserção Social

O IEC tem o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) cujas bolsas são disponibilizadas pelo CNPq e FAPESPA. Hoje se tem anualmente cerca de 40 estudantes de graduação de cursos nas áreas das ciências biológicas, saúde e meio ambiente das universidades federais, estaduais e privadas estabelecidas na cidade de Belém. O PIBIC, no IEC, tem como uma de suas finalidades a formação de massa crítica para cursos de pós-graduação stricto sensu e, em 2015, ofereceu 95 vagas para bolsistas.

Avaliação da Capes

Mestrado Nota: 3

Espaços e Infraestrutura

O Núcleo de Ensino e Pesquisa do Instituto Evandro Chagas (NEP/IEC) disponibiliza aos seus discentes e docentes espaços abrangendo duas salas de aula, três auditórios. Todos os espaços para aulas teóricas são equipados com data show, computadores, internet sem fio, ar condicionado e cadeiras padronizadas. Disponibiliza uma Biblioteca com livros e periódicos e uma Biblioteca Virtual (BVS-Biblioteca Virtual em Saúde).

O horário de funcionamento para uso das instalações é das 8h às 17h e a administração dos espaços fica sob a responsabilidade da Secretaria Acadêmica, mediante agendamento via e-mail institucional:

secretariappgevs@iec.pa.gov.br

Secretaria Acadêmica

Secretaria do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Epidemiologia e Vigilância em Saúde.


Bruna Amaral Souza
Endereço: Instituto Evandro Chagas, ROD. BR 316, Km 07, S/Nº, Levilândia. Ananindeua, Pará, Brasil. CEP: 67.030-000
Tel.: +55 91 3214-2233; +55 91 3214-2089; +55 91 3214-2187
E-mail:secretariappgevs@iec.pa.gov.br

Regimento do Programa

Acesse a portaria de publicicação do Regimento do PPGEVS - Download aqui
 
1. Dos Objetivos

1.1. O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde - PPGEVS do Instituto Evandro Chagas - IEC, área de concentração Epidemiologia de Campo com Base Laboratorial, ministrado em nível de Mestrado tem por objetivos:
- Qualificar e habilitar profissionais para atuarem em instituições de ensino superior, instituições de pesquisa, laboratórios clínicos, clínica médicas, entre outros.
- Consolidar grupos de pesquisa em Epidemiologia e Vigilância em Saúde na Região Norte.
- Fortalecer os processos de investigação voltados para o conhecimento dos processos epidemiológicos de saúde/adoecimento que afetam a população da Amazônia.
- Preparar profissionais para atender à demanda do mercado de trabalho na área de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, numa perspectiva interdisciplinar.
- Facilitar o intercâmbio entre Universidades e entidades de pesquisa da Amazônia, do Brasil e de outros países, mediante o compartilhamento de laboratórios e ampliação da competência instalada.
- Aumentar a integração da Instituição com a sociedade a partir de estudos, pesquisas, seminários interdisciplinares e de ações concretas em resposta aos problemas no campo da vigilância epidemiológica para a saúde pública.
1.2. O Mestrado Acadêmico objetiva o aprofundamento do conhecimento técnico-científico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior, bem como o desenvolvimento de competência para realizar pesquisas e desenvolver processos, produtos e metodologias em áreas específicas.

 
2. Da Organização Curricular

2.1. Os conteúdos do curso de Mestrado serão disponibilizados sob a forma de preleções, seminários, trabalhos práticos, de investigação ou outros procedimentos didáticos próprios de cada subárea, inclusive treinamento em serviço.

2.2. Nas disciplinas ministradas no curso de Mestrado será exigido do aluno o mínimo de 75% (setenta e cinco por cento) de frequência.

2.3 São definidas 4 (quatro) modalidades de professores de disciplinas no Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde:

a) Professor Coordenador de Disciplina: Professores que, de acordo com o item 4.2 deste Regimento, integrem a categoria de docentes permanentes, devendo participar em pelo menos 80% do tempo da disciplina e responsáveis por todos os aspectos diretamente relacionados a ela. No caso de haver mais de um Coordenador, ao primeiro nome listado caberá a responsabilidade de responder pela disciplina.

b) Professor Colaborador de Disciplina: Professores que, de acordo com o item 4.2 deste Regimento, integrem as categorias de docentes visitantes ou docentes colaboradores, com participação em, pelo menos, 50% da carga horária da disciplina.

c) Professor Convidado de Disciplina: Professores com título de Doutor ou especialistas na área com conhecimento específico reconhecido que devem participar, no máximo, em 20% do tempo da disciplina.

d) Assistente do Professor – Alunos de Programa de Pós-Doutoramento do IEC que participem junto com o Professor Coordenador da Disciplina de, pelo menos, 80% do tempo da disciplina.

2.4. A avaliação dos alunos pelo professor é parte integrante do processo de ensino e aprendizagem com vistas a:

a) identificar evidências de aprendizagem dos alunos de acordo com os objetivos da disciplina;

b) promover mudanças possíveis na qualidade dos processos de formação;

c) instituir prática reflexiva em relação à aprendizagem dos alunos sobre os conhecimentos propostos pela atividade acadêmica.

2.5. A avaliação dos alunos pelo professor pode ser realizada através de provas escritas, produção de artigo, ensaios teóricos, resenhas, e outros instrumentos similares de acordo com as características do curso de Pós-Graduação, o objeto de estudo da atividade e os objetivos estabelecidos pelo professor.

a) O período de realização da avaliação dos alunos deverá ser definido pelo professor coordenador da disciplina, podendo ser feita durante o curso da atividade e ou ao final dela, de acordo a sua natureza, respeitando o calendário acadêmico.

a.1) a realização da avaliação pelos alunos não deve ultrapassar o limite de 30 dias a contar do último dia de aula da atividade acadêmica.

b) O prazo para entrega das notas dos alunos na secretaria acadêmica do Programa pelo Coordenador da atividade é de, no máximo, 45 (quarenta e cinco) dias a contar do último dia de aula.

2.6. O aluno participará do processo de avaliação das disciplinas e de curso mediante formulário específico que será respondido eletronicamente e encaminhado para a Coordenação Acadêmico-Pedagógica - CAP no período de, até, 30 dias após o término do último dia de aula da disciplina e, no caso de avaliação de curso, até 30 dias após a defesa da tese ou dissertação.

 
3. Do Colegiado do Programa

3.1. O Colegiado do Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde- CPPEVES terá a seguinte constituição: a) Coordenador do Programa, seu presidente; b) Vice Coordenador do Programa, presidente substituto; c) Três (3) docentes permanentes de cada linha de pesquisa e, d) Dois (2) representantes discentes.

3.2. Cada docente e discente membro da CPG terá um suplente que deverá comparecer às reuniões e outras atividades previstas, quando da ausência do docente titular.

3.3. O Coordenador e o Vice Coordenador do Programa serão eleitos pela totalidade de professores e estudantes do Programa, para mandato de 4 (quatro) anos e nomeados pela Direção do IEC.

3.4. Os membros do Colegiado serão designados pela Direção do IEC para um mandato de dois (2) anos, podendo ser reconduzidos por igual período, consecutivamente.

3.5. Os representantes docentes e seus suplentes serão escolhidos por votação pelos professores credenciados no Programa.

3.6. A escolha dos representantes discentes e de seus suplentes será efetuada por votação dos alunos regularmente matriculados no Programa.

3.7. O Colegiado reunir-se-á ordinariamente pelo menos uma vez a cada trimestre e, extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, mediante convocação feita pelo Coordenador do Programa ou pelo seu substituto, com antecedência mínima de quarenta e oito (48) horas, ou a pedido escrito de dois terços (2/3) de seus membros.

3.7.1. O quórum mínimo para que o Colegiado possa deliberar sobre qualquer matéria é o de maioria simples (metade mais um) de seus membros. Observado o quórum, as votações se farão também por maioria simples.

3.8. Compete ao Colegiado do Programa

a) orientar os trabalhos de coordenação didática e de supervisão administrativa do Programa;

b) decidir sobre a criação, modificação ou extinção de disciplinas ou atividades que compõem a proposta curricular do curso apresentada pela CAP;

c) informar à direção do IEC os ajustes ocorridos nos currículos dos cursos;

d) decidir sobre o aproveitamento de estudos e a equivalência de créditos em disciplinas e atividades curriculares;

g) aprovar a relação de professores orientadores e co-orientadores e suas alterações;

h) aprovar a composição de bancas examinadores de exame de qualificação, banca prévia e defesa de dissertação

i) apreciar e propor à direção do IEC convênios e termos de cooperação com entidades públicas ou privadas, de interesse do Programa;

j) aprovar normas internas elaboradas pela CAP, para o funcionamento do curso e delas dar conhecimento a todos os discentes e docentes do Programa;

l) definir critérios e finalidades para aplicação de recursos concedidos ao Programa;

m) homologar critérios a serem aplicados na constituição de Comissões Examinadoras para os exames de seleção e qualificação, bem como para a defesa de dissertação de Mestrado, definidos e aprovados pela CAP;

o) deliberar a respeito do desligamento de aluno do curso, sugerido pelo CAP;

p) decidir sobre pedidos de declinação de orientação e substituição do orientador;

q) traçar metas de desempenho acadêmico de docentes e discentes;

i) colaborar, em consonância com as demais instâncias envolvidas no Programa, nas iniciativas de aperfeiçoamento, acompanhamento e avaliação da pesquisa e produção do Programa.

 

4. Da Coordenação Acadêmico-Pedagógica do Programa

4.1. A Coordenação Acadêmico-Pedagógica (CAP) do curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde será, presidida pelo Coordenador e pelo Vice Coordenador do Programa, atendidas às seguintes condições:

a) Além dos coordenadores, participação de dois docentes por linha de pesquisa, com experiência acadêmica e científica reconhecida pelos docentes do Programa. Cada docente membro da CPG terá um suplente que deverá comparecer às reuniões e outras atividades previstas, quando da ausência do docente titular.

b) Participação de 02 (dois) representantes discentes do curso, eleitos pelos seus pares.

c) Mandato de quatro anos, renovável por mais quatro, dos membros que serão escolhidos pelos docentes de sua linha de pesquisa e pelo Coordenador, devendo ser confirmados pelo pleno do CPPEVES.

4.2. São atribuições da CAP em nível de Mestrado:

a) orientar e coordenar as atividades didático-pedagógicas do Programa;

b) acompanhar as ações e a estrutura curricular, incluindo lista de disciplinas e atividades, classificação, pré-requisitos e créditos de disciplinas;

c) promover a integração dos planos de ensino das disciplinas e atividades curriculares, para a organização do programa do curso;

o) acompanhar o desempenho acadêmico dos discentes e, quando for o caso, sugerir ao CPPEVES seu desligamento do curso;

d) apoiar a Secretaria nas questões referentes à matrícula, dispensa de disciplinas, transferência, aproveitamento e reconhecimento de créditos, bem como as representações e recursos que lhe forem dirigidos, e estabelecer critérios para admissão no curso;

e) propor ao CPPEVES medidas necessárias ao bom andamento do curso;

f) encaminhar para deliberação do CPPEVES, após análise dos curricula vitae, os nomes dos professores que integrarão o corpo docente e dos orientadores do curso, utilizando-se, quando necessário, de consultores externos à área de concentração ou à Instituição;

g) aprovar e encaminhar CPPEVES para homologação, critérios a serem aplicados na constituição de Comissões Examinadoras para os exames de seleção e qualificação, bem como para a defesa de dissertação de Mestrado;

h) elaborar normas internas para o funcionamento do curso e delas dar conhecimento a todos os discentes e docentes do Programa

h) acompanhar o cumprimento dos procedimentos definidos pelo CPPEVES que assegurem ao pós-graduando a efetiva orientação acadêmica da dissertação;

i) reunir-se, bimestralmente, ao longo de todo o ano letivo.

j) apresentar relatório semestral de atividades ao CPPEVES.

4.3 O Coordenador do Programa de Pós-Graduação de Epidemiologia e Vigilância em Saúde e seu Vice serão escolhidos pelos docentes e nomeados pelo Diretor do Instituto, tendo como pré-requisito serem docentes permanentes, de acordo com o item 5.2 deste Regimento. Terão mandato de 04 (quatro) anos, sendo permitida sua recondução. Competem-lhe as seguintes atribuições:

a) convocar as reuniões do CPPEVES e presidi-las;

b) coordenar a execução do Programa de pós-graduação, de acordo com as deliberações da CPG;

c) aplicar os critérios de admissão de candidatos ao curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde em virologia nível de Mestrado e Doutorado, em conformidade com o disposto neste Regimento;

c) remeter ao CPPEVES e à Direção do IEC todos os relatórios e informações sobre as atividades do Programa;

d) enviar à Secretaria, nos prazos previstos, calendários das atividades escolares de cada semestre letivo e demais informações concernentes ao registro dos pós-graduandos;

e) constituir comissões para promover o processo seletivo e a concessão de bolsas;

f) propor e coordenar o processo de modificação deste regimento;

g) representar o Programa ou indicar representante junto a todas as instâncias que se fizerem necessárias.

 

5. Dos Docentes e da Orientação

5.1. Os docentes do curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde deverão ter a titulação de Doutor ou equivalente, dedicar-se à pesquisa e ter produção intelectual regular, em veículos reconhecidos e de ampla circulação na Área de Saúde Coletiva.

5.2 O corpo de docentes dos cursos de Mestrado e Doutorado é composto por três categorias de docentes:

a) Docentes Permanentes: integram esta categoria os docentes enquadrados pelo Programa e que atendam a todos os seguintes pré-requisitos:

a.1 – desenvolvam atividades de ensino na Pós-Graduação como professores coordenadores de disciplinas (Professor Coordenador de Disciplina);

a.2 – participem de projetos de pesquisa incluídos nas linhas de pesquisa do Programa;

a.3 – orientem alunos de Mestrado, sendo devidamente credenciados como orientador pela CPG;

a.4 – tenham vínculo funcional com o Instituto Evandro Chagas ou, em caráter excepcional, se enquadrem em uma das seguintes condições especiais:

a.4.1 recebam bolsa de fixação de docentes ou sejam pesquisadores de agências federais ou estaduais de fomento;

a.4.2 na qualidade de professor ou pesquisador aposentado, tenham firmado com a instituição, termo de compromisso de participação como docente do Programa;

a.4.3 tenham sido cedidos, por convênio formal, para atuar como docente do Programa.

a.5 – mantenham regime de dedicação integral com o Instituto Evandro Chagas – caracterizada pela prestação de quarenta horas semanais de trabalho – admitindo-se que parte não majoritária desses docentes tenha regime de dedicação parcial, de acordo com os critérios estabelecidos pela CPG e pela área de avaliação da CAPES.

a.6 - a critério do CPPEVES, enquadrar-se-á como permanente o docente que não atender ao estabelecido no item a.1 devido à não-programação de disciplina sob sua responsabilidade ou ao seu afastamento para a realização de estágio pós-doutoral, estágio sênior ou atividade relevante em Educação, Ciência e Tecnologia, desde que atendidos todos os demais requisitos fixados, do item a.2 ao item a.5.

b) Docentes Visitantes: integram esta categoria os docentes ou pesquisadores com vínculo funcional com outras instituições que sejam liberados das atividades correspondentes a tal vínculo para colaborarem, por um período contínuo de tempo e em regime de dedicação integral, em projeto de pesquisa e/ou atividades de ensino no Programa, permitindo-se que atuem como orientadores. Enquadram-se como visitantes os docentes que tenham sua atuação viabilizada por contrato de trabalho por tempo determinado com o IEC ou por bolsa concedida, para esse fim, por essa instituição ou por agência de fomento.

c) Docentes Colaboradores: integram a categoria de docentes colaboradores os demais membros do corpo docente do Programa que não atendam a todos os requisitos para serem enquadrados como docentes permanentes ou como visitantes, mas participem de forma sistemática do desenvolvimento de projetos de pesquisa ou atividades de ensino ou da orientação de estudantes, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com o IEC.

 
6. Do Credenciamento de Docentes

6.1 A solicitação de credenciamento para atuar como docente permanente, colaborador ou visitante no Programa de Epidemiologia e Vigilância em Saúde deverá ser feita mediante a apresentação de uma cópia de seu currículo Lattes atualizado à CAP do Programa.

6.2 O credenciamento será realizado por uma Comissão composta por três membros, presidida pelo Coordenador do Programa ou pelo Vice Coordenador, com base nos critérios definidos neste Regimento.

6.3 A Comissão de Credenciamento analisará o pedido de credenciamento como docente permanente, emitindo seu parecer considerando o atendimento aos seguintes requisitos:

a) haver concluído doutorado ou ter diploma validado em programa reconhecido pela CAPES;

b) apresentar produção acadêmica com um mínimo de 4 artigos científicos publicados em periódicos com corpo editorial e sistema de avaliação por pares no quadriênio precedente à solicitação de credenciamento. Esta exigência não se aplica a jovens doutores (4 anos ou menos após a realização da defesa de doutorado), passando a ser demandada, entretanto, a partir do quinto ano após a defesa;

c) apresentar a ementa de uma disciplina a ser oferecida e coordenada no Programa, pelo solicitante;

d) haver trabalhado previamente como professor colaborador no Programa ao longo de, pelo menos um ano, com desempenho avaliado positivamente pela CAP.

6.4. Os docentes permanentes do Programa comprometem-se a atender todos os requisitos de credenciamento listados no item 5.3.

6.5 O descredenciamento de um docente permanente ocorrerá quando:

a) existir solicitação do docente neste sentido;

b) verificar-se o não atendimento da produção de pelo menos um artigo científico publicado em periódico com corpo editorial e sistema de avaliação por pares ao longo de dois anos sucessivos, sem explicação pertinente (agravamento importante das condições de saúde);

c) o docente permanente recusar-se a coordenar uma disciplina no Programa;

d) o docente permanente apresentar um desempenho acadêmico (atividades docentes e de orientação) considerado insatisfatório segundo avaliação da CAP e dos alunos;

6.6. A juízo do CPPEVES poderão ser admitidos, como docentes colaboradores, independentemente do fato de possuírem ou não vínculo com a instituição, profissionais que possuam qualificação por sua experiência e conhecimento especializados.

6.7. Para que ocorra o descredenciamento de um docente, deverá existir concordância da Comissão de Credenciamento e do CPPEVES com tal procedimento.

6.8. Um docente previamente descredenciado poderá solicitar recredenciamento como professor permanente no Programa através de petição a CPG, pelo menos, dois anos após seu descredenciamento uma vez atendidos os requisitos apresentados no item 2.

6.9 O credenciamento de docente orientador, em qualquer caso, terá validade pelo período máximo de 04 (quatro) anos. Credenciamentos adicionais poderão ocorrer, com a anuência do CPPEVES e da Comissão de Credenciamento. Neste caso, porém, a validade do credenciamento expirará junto com a dos demais orientadores credenciados.

6.9.1. Para orientação de alunos de mestrado:

a) ser portador de diploma de Doutor, obtido em instituição nacional ou estrangeira há pelo menos 1 (um) ano, reconhecido na forma da lei;

b) ter produção intelectual equivalente à publicação de, no mínimo, 4 (quatro) artigos (média mínima de 1 artigos/ano) nos últimos 4 (quatro) anos em periódicos avaliados como B3 ou superior, de acordo com a classificação mais atual do Qualis Saúde Coletiva da CAPES.

 
7. Da Orientação Acadêmica

7.1. Todo candidato admitido no Programa de Pós-Graduação de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, no Mestrado terá, a partir de sua admissão, a supervisão de um orientador, que poderá ser substituído, de acordo com a aprovação do CPPEVES.

7.2. O orientador de dissertação deve ter o título de doutor reconhecido pela CAPES, ou equivalente, estar inserido em uma linha de pesquisa reconhecida pelo Instituto, integrar um grupo de pesquisa credenciado no CNPq, ser credenciado pela CAP e ministrar disciplinas no âmbito do Programa.

7.3. A juízo do CPPEVES, docentes e pesquisadores não-vinculados ao curso e pertencentes a outras instituições poderão ser admitidos como segundo-orientadores para projetos determinados e, para isso, serão credenciados pela CAP, desde que possuam a titulação de Doutor ou equivalente e produção intelectual regular, em veículos reconhecidos e de ampla circulação na Área de Saúde Coletiva.

7.4. Compete ao orientador:

a) orientar o pós-graduando na organização de seu plano de estudos, bem como assisti-lo na sua formação referente à área correspondente, acompanhando de perto sua trajetória acadêmica;

b) prestar assistência ao pós-graduando na elaboração e execução de seu projeto de dissertação;

c) escolher um segundo orientador (co-orientador), pertencente ou não aos quadros do Instituto Evandro Chagas, quando isto se fizer necessário, de comum acordo com o pós-graduando, para atender às necessidades específicas de sua formação;

d) exercer outras atividades previstas no Regimento Interno;

7.5. São definidas três modalidades de orientadores na Pós-Graduação:

a) Orientador Principal – professores permanentes, colaboradores ou visitantes.

b) Co-Orientador - professores com título de Doutor, que se enquadrem nas regras gerais de credenciamento da Pós-Graduação já estabelecidas e sejam especialistas em área diferente da do orientador principal no projeto de pesquisa. A solicitação de co-orientador deve ser feita na apresentação do projeto de pesquisa ao CPPEVES.

b) Assistente do Orientador – Alunos de Doutorado.

7.5.1 O orientador deve apresentar solicitação formal de co-orientador à CAP do Programa, acompanhada do currículo Lattes do indicado.

 
8. Do Número de Vagas

8.1 O número de vagas do Programa, definido anualmente pelo CPPEVES, levará em consideração, entre outros, os seguintes elementos:

a) capacidade de orientação, comprovada através da existência de orientadores com disponibilidade de tempo;

b) os projetos de pesquisa em desenvolvimento na área de concentração do Programa;

c) fluxo de entrada e saída de alunos;

d) linhas de pesquisa reconhecidas no Instituto Evandro Chagas e grupos de pesquisa credenciados no CNPq na área de concentração;

e) capacidade de instalações, equipamentos e recursos para o bom andamento das atividades de pesquisa e ensino.

 
9. Da Admissão ao Curso

9.1. Para inscrever-se no curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde o candidato deverá atender aos critérios exigidos para o processo de seleção, fixados em chamada pública para seleção.

9.2. A critério da CPPEVES poderão ser aceitos pedidos de transferência de estudantes de outros programas de Pós-Graduação Stricto Sensu reconhecidos pela CAPES.

9.3. O pós-graduando aceito por transferência deverá obter, no PPGEVES, pelo menos 1/4 (um quarto) do total de créditos exigidos pelo curso, independentemente do número de créditos obtidos na instituição de origem, e submeter-se às demais exigências da CPG.

 
10. Da Matrícula

10.1. O pós-graduando admitido no PPGEVES deverá requerer matrícula nas disciplinas obrigatórias e/ou eletivas de seu interesse, com anuência de seu orientador, dentro do prazo estabelecido no calendário escolar, na Secretaria Acadêmica, considerando o fluxo acadêmico do Curso.

10.2. Com a anuência do orientador, o pós-graduando poderá solicitar à CAP o trancamento de matrícula em uma ou mais disciplinas, dentro do primeiro 1/4 (um quarto) do período letivo, apresentando solicitação formal à Secretaria Acadêmica que registrará o fato. Passado o período de trancamento de cada disciplina, o aluno que não comparecer às aulas será reprovado por faltas.

10.3. A CAP poderá conceder trancamento total de matrícula por no máximo 01 (um) semestre letivo para os alunos de Mestrado, tendo em vista motivos relevantes.

10.4. Será considerado desistente o pós-graduando que deixar de renovar sua matrícula por mais de 02 (dois) períodos letivos consecutivos.

10.5. Alunos de pós-graduação ou graduados não-inscritos nos cursos regulares do Instituto Evandro Chagas poderão matricular-se em disciplinas de pós-graduação oferecidas pelo Programa, então consideradas isoladas, desde que haja vaga e a juízo do professor responsável pela disciplina e da CAP.

10.6. Cabe à CAP tomar providências para que as disciplinas obrigatórias e eletivas sejam ministradas, proporcionando aos pós-graduandos regularidade no encaminhamento de suas atividades.

10.7 O projeto de pesquisa a ser desenvolvido no Curso deve ser enviado ao Comitê de Ética em Pesquisa do Instituto Evandro Chagas para avaliação, no prazo de até 45 dias após o início regular das aulas.

 
11. Do Regime Didático

11.1. O Mestrado terá duração mínima de 12 meses e máxima de 24 meses. Casos excepcionais serão analisados pela CPG.

11.2. O tempo regulamentar para a integralização do Mestrado dependerá da comprovação de frequência e aproveitamento. A carga horária cumprida não poderá ser inferior a 705 horas.

11.3. Cada disciplina terá um valor expresso em créditos, correspondendo cada crédito a pelo menos 15 (quinze) horas de atividade teórica, ou atividade prática, ou trabalho equivalente, ou treinamento em serviço, ou estágio em laboratório (s).

11.4. Créditos obtidos em diferentes programas em nível de Mestrado poderão ser aproveitados, a critério da CAP, em caso de transferência de programa, de realização de pós-graduação stricto sensu em diferentes níveis e de créditos isolados.

11.5 A juízo do CPPEVES, poderão ser atribuídos créditos a atividades acadêmicas específicas fora da proposta curricular do PPGEVS.

11.6 A CAP, mediante sugestão do orientador, poderá exigir do pós-graduando a realização da disciplina ou estágios como pré-requisito.

11.7. Nenhum pós-graduando será admitido à defesa de dissertação antes de completar o total dos créditos acadêmicos exigidos para o grau e de atender às exigências previstas no Regimento Interno.

10.8. Para efeito das exigências previstas para a obtenção do grau de Mestre, os créditos obtidos em qualquer disciplina só terão validade durante o prazo máximo para a conclusão do curso, de acordo com o Regimento Interno.

11.9 O rendimento escolar de cada estudante será expresso em conceitos e/ou notas, com a seguinte escala:

A – Excelente (equivalente a notas entre 9,0 e 10,0).

B – Bom (equivalente a notas entre 7,5 e 8,9)

C – Regular (equivalente a notas entre 6,0 e 7,4)

D – Insuficiente (equivalente a notas menores que 6,0)

11.10. O pós-graduando que lograrem obter conceitos A, B ou C serão aprovados e receberão os créditos; aquele que obtiver conceito D será reprovado.

11.11. Será desligado do curso o pós-graduando que se enquadrar em alguma das seguintes condições:

a) obtiver conceito D em disciplina obrigatória;

b) obtiver conceito C ou dois conceitos C e um D em três ou mais disciplinas;

c) obtiver conceito D mais de uma vez na mesma disciplina eletiva, ou em diferentes disciplinas eletivas;

d) for reprovado por faltas em mais de uma disciplina;

e) for reprovado no exame de qualificação.

11.12. O pós-graduando que obtiver conceito C em duas disciplinas perderá a bolsa de estudos porventura obtida junto ao PPGEVS.

11.13. Os alunos de Mestrado deverão:

a) realizar exame de qualificação que evidencie a amplitude e profundidade de seus conhecimentos e sua capacidade crítica, nas formas previstas e regulamentadas por este regimento.

b) submeter sua dissertação à banca prévia;

c) realizar defesa pública da dissertação de Mestrado ou tese de Doutorado perante comissão examinadora indicada pelo orientador.

11.14 O processo de avaliação das dissertações compreenderá as seguintes modalidades de julgamento:

a). Aprovado.

b). Aprovado com restrições.

c). Reprovado.

11.15 Caso a tese ou dissertação seja aprovada com restrições, a banca deverá indicar, por escrito, as modificações a serem feitas e o pós-graduando terá até três meses para realizá-las e apresentá-las à CAP. O aluno só receberá o diploma e o histórico escolar após entregar as modificações sugeridas pela banca examinadora, aprovadas formalmente pelo seu orientador.

11.16 O aluno será desligado do curso pela CAP caso não atenda às exigências de aproveitamento global mínimo e de limite de prazo para a obtenção de grau, incluída a qualificação.

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12. Dos Graus Acadêmicos e Diplomas

12.1. Para obter o grau de Mestre, o mestrando deverá:

a) satisfazer as exigências de prazos mínimo e máximo estabelecidos;

b) completar o número mínimo de créditos exigidos;

c) ser aprovado no exame de qualificação;

d) ser aprovado na defesa de dissertação.

12.2. Os diplomas de Mestre serão assinados pelo Diretor do Instituto Evandro Chagas, pela coordenadora do Núcleo de Ensino e Pós-Graduação, pelo Coordenador do Programa e pelo diplomado.

 
DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS AO CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO
13. Características Gerais

13.2. O Mestrado tem por objetivo o aprofundamento do conhecimento técnico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior e a pós-graduação lato sensu, bem como o desenvolvimento de habilidades para executar pesquisas em áreas específicas.

13.2. O aluno ingressa no Programa com um orientador, credenciado e localizado em linhas de pesquisa reconhecidas pelo Instituto Evandro Chagas e grupos de pesquisa credenciados no CNPq.

13.3. O aluno poderá contar com a colaboração de um co-orientador, cuja indicação será feita pelo orientador principal, em documento formal apresentado na Secretaria Acadêmica.

13.4. O nome do co-orientador deverá constar da página de crédito da dissertação.

13.5 O curso de Mestrado tem como exigência obrigatória as disciplinas Epidemiologia de Campo e Laboratorial, Bioestatística, Metodologia do Ensino Superior em Saúde e Vigilância em Saúde e as atividades Seminário de Pesquisa I e II, Estágio de Docência e Participação em Eventos Científicos e o cumprimento de pelo menos três (3) disciplinas eletivas

13.6. O Programa oferecerá as atividades Seminário de Pesquisa I e II, com a finalidade de discutir, criticar e socializar o processo de elaboração do projeto e da dissertação. Para as sessões dos seminários está prevista a participação dos alunos, dos orientadores e de outros profissionais e especialistas interessados.

13.7. Para elaborar o plano do Curso e o projeto da dissertação, o aluno contará com a colaboração do orientador. Dentro dessa sistemática, o aluno tem um componente do currículo comum, e outro individualizado, definido em comum acordo com seu orientador e supervisionado pelo Coordenador do Programa, que aprovam, semestralmente, seu plano de atividades.

 
14. Língua Estrangeira

14.1. Para o Mestrado Acadêmico a capacidade de leitura de textos científicos em língua inglesa é obrigatória. No processo seletivo é aplicada prova de língua inglesa baseada na compreensão de textos nota de aprovação é 7,0 (sete).

14.2. Caso não alcance o resultado, o discente poderá fazer o teste de proficiência em mais duas oportunidades, sendo que a última deverá ocorrer até o exame de qualificação. A não aprovação do candidato implicará em desligamento automático do Curso.

 
15. Carga Horária e Regime de Créditos

15.1. O Curso de Mestrado, com duração de 2 (dois) anos, terá carga horária de 705 (setecentas e cinco) horas. A distribuição desta carga horária far-se-á pelas disciplinas e atividades obrigatórias e disciplinas eletivas, tendo em vista as especificidades do próprio objeto de investigação.

15.2. A adequação das disciplinas eletivas para cada mestrando é atribuição do orientador. Dentro da organização do Mestrado, o aluno deve cumprir, como exigência mínima, 47 (quarenta e sete) créditos, sendo 32 (trinta e dois) acadêmicos e 15 (quinze) pela elaboração e defesa da dissertação.

15.3. Considera-se necessário, para a obtenção de 1 (um) crédito acadêmico 15 (quinze) horas, dedicação às atividades em classe, acompanhadas e dedicadas a seminários, horas de biblioteca, de leitura dirigida, estágios ou trabalho de laboratório.

 
16. Exame de Qualificação

16.1 A defesa de projeto/qualificação deverá se realizar até o 12º mês do curso e o aluno já deverá ter cursado as disciplinas obrigatórias do primeiro ano.

16.1.1. Caso o aluno não realize a qualificação no período previsto, o orientador poderá solicitar prazo adicional de no máximo dois meses, findos os quais, se não tiver prestado o exame, será desligado automaticamente do Programa.

16.1.2. Os estudantes que pretenderem cumprir o prazo mínimo de 12 meses para a conclusão do Mestrado deverão realizar o exame de qualificação no 6º mês do curso.

16.2. O exame de qualificação (pela qual o aluno não recebe créditos) será efetuado na presença de uma banca composta por três professores-doutores, incluindo o orientador que é o presidente. Um dos membros deverá ser externo ao Programa de Epidemiologia e Vigilância em Saúde.

16.3. Os membros da banca terão como tarefa avaliar se o candidato dispõe de recursos técnicos, teóricos e metodológicos para a abordagem do objeto de estudo no desenvolvimento do seu projeto de dissertação e os aspectos éticos do projeto com base na legislação vigente.

16.4. O processo de avaliação do projeto compreenderá as seguintes modalidades de julgamento:

a). Aprovado.

b). Reprovado.

16.5. Em caso de não-aprovação, novo exame deverá ser realizado no prazo máximo de 45 (quarenta e cinco) dias. O não cumprimento desse prazo ou uma nova reprovação implica no desligamento do aluno do curso.

 
17. Dissertação

17.1 O Mestrado Acadêmico conclui-se com uma dissertação, consistindo em um estudo teórico ou empírico que demonstre capacidade de planejamento e execução de uma pesquisa, domínio de categorias teóricas e metodologia apropriada ao objeto de estudo e capacidade de extrair conclusões válidas para o desenvolvimento científico e tecnológico.

17.2. Considera-se como conclusão final do Mestrado uma dissertação que poderá ser apresentada, observados os critérios do parágrafo anterior, nas seguintes formas:

a) dissertação no formato tradicional, o que inclui pelo menos os seguintes aspectos: introdução; revisão da literatura científica pertinente; material e métodos ou abordagem teórico-metodológica; resultados e discussão; considerações finais ou conclusão; referências;

b) pelo menos um artigo científico formatado para publicação e preparado ao longo do curso de Mestrado, devendo ser o mestrando o primeiro autor;

b.1 o artigo deve ser acrescido de introdução, revisão da literatura científica pertinente à proposta que norteou o trabalho, detalhamento do material e métodos ou abordagem teórico-metodológica utilizada e de uma conclusão que articule seu conteúdo. Caso um dos artigos seja uma revisão de literatura, não será obrigatória uma seção com este conteúdo.

 
18. Defesa de Dissertação

18.1. Para a defesa da dissertação de Mestrado deve ser composta uma comissão, indicada pelo orientador, composta de 3 (três) professores-doutores, incluindo o orientador, seu presidente, como membros efetivos, sendo pelo menos 1 (um) deles externo ao Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde. Haverá também 2 (dois) professores-doutores como suplentes, um interno e um externo ao Programa de pós-graduação.

18.2 A defesa da dissertação de Mestrado deverá ser precedida de banca prévia formalizada na Secretaria Acadêmica pelo formulário “Comunicação de Banca Prévia” (processo de avaliação da dissertação pela apresentação do texto).

18.3.O prazo para que os alunos do Mestrado entrem em banca prévia é até o 22º mês do curso. Caso o aluno não cumpra o período previsto, o orientador poderá solicitar prazo adicional de, no máximo dois meses, findos os quais, se não tiver entrado em banca prévia, será desligado automaticamente do Programa.

18.4 Os membros efetivos da banca prévia têm 20 dias para enviar o seu formulário “Parecer de Banca Prévia” ao orientador, com definição de aprovado para defesa ou não. O orientador deverá sistematizar e anexar os pareceres ao formulário “Ata da Banca Prévia”. Em caso de não aprovação, o aluno terá mais 30 dias para realizar as mudanças sugeridas e reencaminhar para os membros da banca prévia. Em caso de uma segunda não aprovação, o aluno será desligado do curso.

18.5. O agendamento da defesa de dissertação de Mestrado está condicionado à:

a) entrega da “Ata da Banca Prévia”, com definição de aprovado para defesa;

b) formalização na Secretaria Acadêmica, com pelo menos 15 dias de antecedência, pelo formulário “Agendamento da Defesa de Dissertação de Mestrado”;

c) entrega por parte do aluno de CD contendo a versão da dissertação encaminhada para a banca.

18.6. A defesa da dissertação de Mestrado será pública e far-se-á perante a mesma Comissão Examinadora que compôs a banca prévia e compreenderá as seguintes modalidades de julgamento:

a). Aprovado.

b). Aprovado com restrições.

b). Reprovado.

18.6.1. Quando necessário e a critério da CPG, a defesa de dissertação de Mestrado poderá ser fechada.

18.7. Após a defesa, é dado ao aluno o prazo de 30 dias para a entrega de 02 (duas) versões impressas de sua dissertação, além da substituição do CD devidamente autorizado.

18.8 Caso a dissertação seja aprovada com restrições, a banca deverá indicar, por escrito, as modificações a serem feitas, estabelecendo um prazo de até 90 dias para realizá-las e apresentá-las à CAP. O aluno só receberá o diploma e histórico escolar após entregar as modificações sugeridas pela banca examinadora, aprovadas formalmente pelo seu orientador, e com anuência do membro externo da banca.

 
DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS

19. Os casos omissos neste Regulamento serão resolvidos pela CPG, podendo para tal criar regulamento específico para as situações não previstas.

20. Este Regimento foi preparado com base nas diretrizes do Regulamento dos Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu da Capes, do Regimento do Instituto Evandro Chagas e aprovado pela CPG e pelo corpo de docentes do Programa de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, sendo revogadas todas as disposições em contrário.

Áreas e Linhas de Pesquisa

ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: EPIDEMIOLOGIA DE CAMPO COM BASE LABORATORIAL

O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde do IEC possui uma única área de concentração, Epidemiologia de campo com base laboratorial, com linhas de pesquisa que contemplam a perspectiva multidisciplinar de seu processo de investigação:

Estudo quantitativo e qualitativo da distribuição e vigilância do processo saúde/doença, e seus fatores condicionantes e determinantes, nas populações humanas. Avaliação da eficácia das intervenções realizadas no âmbito da saúde pública. História do processo e da utilização do raciocínio epidemiológico; processo de notificação compulsória. Epidemiologia molecular da relação patógenos, hospedeiro e ambiente. Epidemiologia ambiental. Determinação social da saúde. Geoprocessamento e formulação de hipóteses da distribuição espacial das doenças e sua relação com as variáveis socioeconômicas.

 
LINHAS DE PESQUISA:
 
ECO EPIDEMIOLOGIA

Estudo dos fatores ambientais, sociais, econômicos, culturais, étnicos, psicológicos, comportamentais e suas interações que condicionam as enfermidades humanas e animais, para compreender de que modo esses fatores significam risco para a saúde, buscando explicação da enfermidade, dos efeitos e dos diferentes níveis, desde o nível ecológico, populacional e social, até o celular e molecular, tendo em vista a integração de modelos complexos que expliquem a multidimensionalidade do processo de saúde e doença, utilizando novas metodologias na investigação epidemiológica e educação em saúde. Investigação da ecologia de microrganismos e parasitos. Avaliação das propriedades citotóxicas, genotóxicas e mutagênicas de diferentes metais pesados para definir sua afinidade com o material genético de organismos vivos e suas aplicações na vigilância em saúde. Auxilio na citotaxonomia e análise filogenética de mamíferos, em especial em roedores e primatas, que sejam de interesse para a saúde pública.

 
EPIDEMIOLOGIA LABORATORIAL E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

Estudo da frequência, distribuição e variações das doenças na população humana com a identificação de seus fatores determinantes. Investigação etiológica. Avaliação do apoio laboratorial aos serviços de saúde, à vigilância epidemiológica e à pesquisa. Avaliação da situação de saúde da população e suas necessidades de intervenção sanitário-assistencial. Investigação de avaliação diagnóstica. Investigação teórica e metodológica. Estudo de fatores de virulência, genética e metabolismo de microrganismos e parasitos. Investigação de mecanismos biológicos envolvidos na interação patógenos-hospedeiros e resistência às drogas utilizadas no tratamento de agravos de importância médica. Desenvolvimento da biotecnologia para produção de substâncias para fins diagnósticos, profiláticos e terapêuticos e de técnicas padrões e de triagem para a identificação de microrganismos e diagnóstico de doenças que auxiliem a investigação epidemiológica.

 
OBS. As propostas de pesquisa devem manter articulação com as temáticas da linha de pesquisa escolhida pelo candidato.

Coordenador do Programa
Dr. Ricardo Luiz Dantas Machado
E-mail: ricardomachado@iec.pa.ogov.br
Tel.: +55 91 3214-2382
 
Coordenador Substituto do Programa
Dr. Marcelo de Oliveira Lima
E-mail: marcelolima@iec.pa.gov.br
Tel.: +55 91 3214-2096

Histórico

O Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Epidemiologia e Vigilância em Saúde do IEC teve o seu curso de Mestrado aprovado em dezembro de 2015.
Regime letivo: Semestral.
Área de conhecimento: Saúde Coletiva.

Tendências / Planejamento Futuro

Estrutura e Organização

Curso de Mestrado

O Curso de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde tem como objetivo promover o aprofundamento do conhecimento técnico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior e a pós-graduação lato sensu, bem como o desenvolvimento de habilidades para executar pesquisas em áreas específicas.

O Programa de Mestrado em Epidemiologia e Vigilância em Saúde é composto por disciplinas obrigatórias e eletivas, atividades de pesquisa e de docência que possibilitam, em comum acordo entre Orientador e Orientando, cursos formais, estágios e participação na coorientação de alunos de iniciação científica. Essas atividades poderão ser convertidas em créditos, respeitadas as deliberações do Colegiado do Curso e incorporadas ao histórico escolar do aluno. O Colegiado realiza acompanhamento e avaliações regulares do desenvolvimento dos alunos e do andamento do trabalho referente ao projeto de dissertação.

 
Estrutura de Créditos

O aluno de mestrado neste Programa deverá integralizar 47 créditos, correspondentes a 705 horas, dos quais 15 créditos serão conferidos à elaboração e defesa da dissertação. Em sua trajetória acadêmica, deverá cursar, pelo menos, quatro disciplinas obrigatórias e três disciplinas eletivas e as atividades acadêmicas obrigatórias Seminário de Pesquisa I e II e o Estágio de Docência, que deverão ser concluídas até o terceiro semestre, quando se dará o Exame de Qualificação. Durante todo o decorrer do curso, deverão cumprir as atividades obrigatórias de produção intelectual e participação em eventos científicos.

O fluxo do percurso do mestrando pode ser assim configurado:
1º semestre: Metodologia de Ensino Superior em Saúde, Bioestatística e Seminário de Pesquisa I.
2º semestre: Epidemiologia de Campo e Laboratorial, Vigilância em Saúde Pública, Seminário de Pesquisa II e uma Disciplina Eletiva.
3º semestre: 2 Disciplinas Eletivas, Estágio de Docência e Exame de Qualificação.
4º semestre: Elaboração e Defesa de Dissertação.
Durante todo o Curso: Produção intelectual e participação em eventos científicos.

 

Curso

Mestrado Acadêmico

O Programa de Pós-Graduação em Epidemiologia e Vigilância em Saúde - PPGEVS do Instituto Evandro Chagas - IEC, área de concentração Epidemiologia de Campo com Base Laboratorial, ministrado em nível de Mestrado tem por objetivos:

- Qualificar e habilitar profissionais para atuarem em instituições de ensino superior, instituições de pesquisa, laboratórios clínicos, clínica médicas, entre outros.

- Consolidar grupos de pesquisa em Epidemiologia e Vigilância em Saúde na Região Norte.

- Fortalecer os processos de investigação voltados para o conhecimento dos processos epidemiológicos de saúde/adoecimento que afetam a população da Amazônia.

- Preparar profissionais para atender à demanda do mercado de trabalho na área de Epidemiologia e Vigilância em Saúde, numa perspectiva interdisciplinar.

- Facilitar o intercâmbio entre Universidades e entidades de pesquisa da Amazônia, do Brasil e de outros países, mediante o compartilhamento de laboratórios e ampliação da competência instalada.

- Aumentar a integração da Instituição com a sociedade a partir de estudos, pesquisas, seminários interdisciplinares e de ações concretas em resposta aos problemas no campo da vigilância epidemiológica para a saúde pública.

O Mestrado Acadêmico objetiva o aprofundamento do conhecimento técnico-científico e acadêmico, possibilitando a formação de docentes para o ensino superior, bem como o desenvolvimento de competência para realizar pesquisas e desenvolver processos, produtos e metodologias em áreas específicas.

 
Estrutura de Créditos

O Curso de Mestrado, com duração de 2 (dois) anos, terá carga horária de 705 (setecentas e cinco) horas. A distribuição desta carga horária far-se-á pelas disciplinas e atividades obrigatórias e disciplinas eletivas, tendo em vista as especificidades do próprio objeto de investigação.

A adequação das disciplinas eletivas para cada mestrando é atribuição do orientador. Dentro da organização do Mestrado, o aluno deve cumprir, como exigência mínima, 47 (quarenta e sete) créditos, sendo 32 (trinta e dois) acadêmicos e 15 (quinze) pela elaboração e defesa da dissertação.

Considera-se necessário, para a obtenção de 1 (um) crédito acadêmico 15 (quinze) horas, dedicação às atividades em classe, acompanhadas e dedicadas a seminários, horas de biblioteca, de leitura dirigida, estágios ou trabalho de laboratório.

Corpo Docente

PERMANENTE
 

PESQUISADORES/DOCENTES

LINKS CURRICULUM LATTES

Ana Yecê das Neves Pinto (SOAMU)

http://lattes.cnpq.br/6172788387718753
ayece@iec.pa.gov.br

Daniele Barbosa de Almeida Medeiros(SAARB)

http://lattes.cnpq.br/0496704638527481
danielemedeiros@iec.pa.gov.br

Dinair Leal da Hora (FIOCRUZ-RJ/IEC)

http://lattes.cnpq.br/2705119184820662
dinairleal@iec.pa.gov.br

Edivaldo Herculano Correa de Oliveira (SAMAM)

http://lattes.cnpq.br/0094007714707651
 edivaldodeoliveira@iec.pa.gov.br

Giselle Maria Rachid Viana (SAPAR)

http://lattes.cnpq.br/5909062557975498
 giselleviana@iec.pa.gov.br

Jannifer Oliveira Chiang (SAARB)

http://lattes.cnpq.br/6362299087714040
janniferchiang@iec.pa.gov.br

João Lídio da Silva Gonçalves Vianez Júnior (CENP)

http://lattes.cnpq.br/7898732359245110
joaovianez@iec.pa.gov.br

Lena Líllian Canto de Sá Morais (SAMAM)

http://lattes.cnpq.br/8346809897607973
enasa@iec.pa.gov.brr

Lívia Carício Martins (SAARB)

http://lattes.cnpq.br/6087874299405829
liviamartins@iec.pa.gov.br

Lourdes Maria Garcez dos Santos (Parasitologia)

http://lattes.cnpq.br/1949154423200138
lourdesgarcez@iec.pa.gov.br

Luana da Silva Soares (SAVIR)

http://lattes.cnpq.br/0556695301015859
luanasoares@iec.pa.gov.br

Marcelo de Oliveira Lima (SAMAM)

http://lattes.cnpq.br/2839100072211095
marcelolima@iec.pa.gov.br

Marinete Marins Póvoa (SAPAR)

http://lattes.cnpq.br/2256328599939923
marinetepovoa@iec.pa.gov.br

Martin Johannes Enk (Parasitologia)

http://lattes.cnpq.br/1169309283832476
martinenk@iec.pa.gov.br

Ricardo José de Paula Souza e Guimarães (Geoprocessamento)

http://lattes.cnpq.br/4082971128842907
ricardoguimaraes@iec.pa.gov.br

Ricardo Luiz Dantas Machado (Parasitologia)

http://lattes.cnpq.br/0307356330748427
ricardomachado@iec.pa.gov.br

Silvia Helena Marques da Silva (SABMI)

http://lattes.cnpq.br/6355512276186351
silviasilva@iec.pa.gov.br

Tânia do Socorro Souza Chaves (SAPAR)

http://lattes.cnpq.br/7522362407466480
taniachaves@iec.pa.gov.br

 

Corpo Docente

COLABORADORES

PESQUISADORES/DOCENTES

LINKS CURRICULUM LATTES

Ana Maria Revoredo Ventura (SAPAR)

http://lattes.cnpq.br/0682511755329264
anaventura@iec.pa.gov.br

Haroldo José de Matos (SOAMU)

http://lattes.cnpq.br/9830983900880582
haroldomatos@iec.pa.gov.br

Volney de Magalhães Camara (UFRJ)

http://lattes.cnpq.br/0854574712717448
volney@pq.cnpq.br

Seleção e Disciplinas

Processo seletivo
Disciplinas e Atividades

CIT


 

. Os alunos deverão cumprir, pelo menos, nove créditos e 135 horas-aulas em disciplinas eletivas.

Disciplinas

Calendário

Lista de disciplinas do curso. Grade de programação das disciplinas e atividades do curso no decorrer do ano.
 
2017

1° SEMESTRE

Processo seletivo

08/04/2016 - Acesse a publicação do Edital de Seleção do ano de 2016 - Download
08/04/2016 - Faça o download do edital aqui - Download
20/04/2016 - Acesse a 1ª Retificação do Edital de Seleção do ano de 2016 - Download
13/05/2016 - Acesse a lista com as inscrições homologadas - Download
13/05/2016 - Acesse o comunicado sobre o local de prova - Download
17/05/2016 - Acesse a 2ª Retificação do Edital de Seleção do ano de 2016 - Download
27/05/2016 - Acesse o resultado da prova escrita - Download
06/06/2016 Acesse o resultado final da prova escrita - Download

26/07/2016 - Acesse o resultado final das propostas de pesquisa - Download 

05/08/2016 - Acesse o resultado final do Processo Seletivo PPGEVS 2016 - Download

11/08/2016 - Acesse a retificação do resultado final do Processo Seletivo PPGEVS 2016 - DownloadNOVO

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